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    A Mãe Catita é muito Calm!

    Não percas a edição de Setembro da revista Calm. A Mãe Catita conta como tudo começou, e como a nossa autoestima vitaminada pode ajudar a autoestima dos pequenos catitas a crescer saudável.

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    Será que as outras mães são mesmo melhores do que eu?

    Alguém parece ter inventado uma lista de qualidades e habilidades que se deve ter para ser uma ”boa mãe”. Nesta lista infindável, para além de saber cozinhar paleo-chic-bio-gourmet, costurar, fazer os mais variados DIY dignos de uma revista de decoração. Ir ao ginásio com regularidade, ensinar os filhos a serem extremamente precoces numa área qualquer. Levar os miúdos à piscina e sair de lá maravilhosa, e não como alguém que acabou de sair vestida da sauna. Ser capaz de apanhar todas as promoções da história em versão “extreme couponing”. Encadernar primorosamente os livros da escola. Identificar TODO o material com dezenas e dezenas de etiquetas, repetindo dezenas e dezenas de vezes o nome dos pequenos catitas… (depois desta leva do regresso às aulas, em que perdi a conta das vezes em que escrevi ”Guilherme”, cheguei à conclusão que era bem mais fácil ter-lhe chamado “Ivo”).

    Ser fabulosa a ajudar as crianças com os trabalhos de casa, brincar pelo menos 30 minutos por dia com eles, enquanto se faz uma tarte veggie e meia dúzia de agachamentos. Ou seja, resumindo “a lista”, é fundamental trabalhar, ser bem sucedida, uma inspiração para tudo e para todos, dormir no máximo umas 5 horas e acordar cheia de energia. Basicamente, é ser um daqueles copos da minha infância, um sempre em pé.

    Quando não são os outros que nos avaliam com tamanha exigência, somos nós. Aliás, nós somos a nossa maior crítica, sempre na primeira fila a apontar o dedo. No entanto, parecemos ignorar o importante facto de todos os dias estarmos lá, a dar o nosso melhor.

    Quando mães exaustas me perguntam “Estou a fazer tudo bem?” só me apetece… dar-lhes colo. Somos tão pouco tolerantes connosco. Exigimos tanto. Carregamos um peso tão grande. Queremos tanto fazer a coisa certa. Sempre.

    A parentalidade é um caminho. Não há escolhas certas ou erradas. Existem as que nos levam mais perto de onde queremos chegar, e as que nos fazem dar umas voltas à rotunda.

    Cada um faz o seu caminho, tal como na vida. Se o meu filho não é igual ao teu, porque é que a minha forma de lidar com ele deveria ser igual à tua? Não haverá uma forma só nossa de sermos felizes? Não haverá uma forma só nossa de sermos mães?

    São esses caminhos que cada um tem de descobrir. Quando largamos a lista, o peso, a expectativa, o caminho abre-se, passo a passo, lágrima a lágrima, sorriso a sorriso.

    Temos todas muitas dúvidas e medos, desde o primeiro momento. Achamos todas que a mãe que está ao nosso lado, é melhor do que nós, sabe mais do que nós, vale mais do que nós. Mas sabes, aos olhos do teu filho tu és a melhor mãe que ele poderia ter, só pelo simples facto de seres TU a mãe dele.

     

    Artigo escrito originalmente pela Mãe Catita para a Uptokids
    
    

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    FRASE CATITA

    Não te prendas ao que correu menos bem. Foca a tua atenção no que podes fazer AGORA de forma diferente, e em tudo o que aprendeste pelo caminho.

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    Manual de sobrevivência ao “Mãe, eu querooooooooooo!”

    Em férias, e não só, um dos passeios mais comuns de todos os pais, são as visitas ao supermercado. Todos temos a mesma ideia, ou a mesma necessidade, e os supermercados junto aos locais invadidos nas férias enchemmmmm.

    Eu e o pequeno catita fomos à aventura e entrámos num deles. Não tinha hipótese. Eu tinha MESMO de comprar uma série de coisas.
    Assim que as portas automáticas abriram, o frenesim começou. Pareciam piranhas que devoravam as montanhas de pão, as paletes de leite, os caixotes de frescos e as frutas empilhadas. Sentia-se uma excitação no ar. Uma urgência. Uma vontade de comprar.

    O motor do pequeno catita começou a aquecer. A aquecer. As perninhas a ganhar velocidade… o dedo apontador a esticar… Ui cá vamos nós. “Mãeeeeeee! Eu quero isto! Eu quero aquilo! E bolachas. Estas bolachas. Este sumo! Eu querooooooo!” A minha cabeça rodopiava com tanto pedido.

    Quem me conhece, sabe como valorizo uma alimentação equilibrada. As comidas processadas e os refrigerantes não são visitas normais na nossa casa. Tudo para que ele apontava, eram “alimentos” que não me sinto nada confortável em comprar. Enquanto ele apontava e pedia, cada vez com mais insistência, o meu motor também aumentava as rotações. Ou eu começava a disparar “NÃOS!” à velocidade da luz, o que certamente iria acelerar ainda mais o motor do pequeno catita, ou tinha de pensar noutra coisa qualquer. Rapidamente. Tinha de o ajudar a passar do cérebro reactivo para a parte que consegue pensar, equacionar e tomar decisões.

    Comecei a pensar em mim. Porque razão é que eu não gosto de comprar aquelas coisas? O que me faz tomar a decisão de comprar ou não? Os ingredientes! Leio sempre os ingredientes e com base nisso, tomo a minha decisão. Decidi dar ao pequeno catita a mesma opção, num jogo acabadinho de inventar, chamado “O incrível jogo do adivinha se isto é bom para a saúde”. As regras eram simples (tinham de ser, foram inventadas ao pé dos congelados e eu já estava cheiiinha de frio). Pegar em cada uma das coisas que o pequeno catita queria comprar, ler cada um dos ingredientes, e deixar a ele a tarefa de, com o polegar para cima, ou para baixo, definir se era um ingrediente fixe, ou nada-fixe.
    “3, 2, 1, começar!” Pegou num pacote de bolachas e lá fomos nós: “Farinha de trigo!” E um polegarzinho para cima, apareceu do outro lado. (Este é discutível mas achei que tinha de manter as coisas simples). “Açúcar!” Polegarzinho para baixo. “Butil-hidroxianisol butilado e hidroxitolueno!” Baixou o polegar e largou o pacote. “Não quero isto!” No meio de vários polegares para cima, e muitos polegares para baixo, todos os pacotes ficaram pelo caminho.
    Agora com a ajuda dele, voltei às minhas compras. Num instante, estávamos de volta ao nosso carro com a bagageira recheada de alimentos avaliados pelo pequeno catita ao pormenor. MÃE, EU QUERO IR PARA CASA! gritou do banco de trás. “EU TAMBÉM QUEROOOOOOOOOOOOOO!” gritei alegremente do banco da frente.

    Artigo escrito originalmente pela Mãe Catita para a Uptokids

     

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    Precisas de uma Poção Mágica ao pequeno-almoço? Então, esta OFERTA é para ti!

    Ser mãe ou pai é um filme. A comédia de enfiar todas as malas de férias na bagageira. O terror de pisar um lego com o pézinho descalço. As manhãs de aventura para chegar a horas. O suspense na hora de comer os brócolos…
    Para celebrar a animação que é a vida de todos nós, a Mãe Catita, em parceria com a Medeia Filmes, tem 5 bilhetes de cinema duplos por fim de semana para oferecer até 1 de Outubro.

    “Monumental dos Miúdos” é um ciclo de 14 filmes de animação que prometem animar toda a família. Dos êxitos mais recentes, aos clássicos de Chaplin e Tati, vão deixar, certamente, os vossos fins de semana mais coloridos.

    É TÃO FÁCIL PARTICIPAR:
    1- Gostar da página da Mãe Catita e partilhar o post sobre esta promoção no teu feed. Post AQUI!
    2 – Escrever  nos comentários, se a tua vida familiar fosse um filme, qual seria o género? Uma comédia, um filme de ação ou um filme de suspense? Cá por casa, por exemplo, com o número de horas de karaoke era certamente um musical!
    3 – Depois, é só fazer tag de 2 amigos no teu comentário.
    4- O primeiro concurso termina às 21h de quinta feira, dia 24 de Agosto. Os vencedores serão sorteados pelo random.org e avisados de seguida. Cada vencedor receberá uma entrada dupla (válido para um adulto e uma criança) e terá que escolher até às 15h de sexta, dia 25 de Agosto, se quer ir à sessão de sábado ou de domingo.

    Assim que os vencedores para os dias 26 e 27 de Agosto estiverem apurados, começamos tudo outra vez!

    1ª OFERTA DE BILHETES:
    Sábado, 26 de Agosto, 11h30
    ASTÉRIX: O DOMÍNIO DOS DEUSES de Louis Clichy e Alexandre Astier
    Domingo, 27 de Agosto, 11h30
    TEMPOS MODERNOS de Charlie Chaplin

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